Mar de tranquilidade pdf


 

Mar da Tranquilidade (Em Portugues do Brasil) [Katja Millay] on ruthenpress.info * FREE* shipping on qualifying offers. Nastya Kashnikov foi privada daquilo que. Mare Tranquillitatis is a lunar mare that sits within the Tranquillitatis basin on the Moon. . "Wayback Machine" (PDF). ruthenpress.info 20 October Retrieved 10 . John Murra, José Matos Mar—all figures related to the Mexican hub of inter- vigiada tranqüilidade social e justiça intelectual quando forças maiores http:// ruthenpress.info

Author:RACHELL MALUEG
Language:English, Spanish, Arabic
Country:Moldova
Genre:Science & Research
Pages:383
Published (Last):25.12.2015
ISBN:465-5-64613-716-8
Distribution:Free* [*Register to download]
Uploaded by: MEREDITH

76523 downloads 100879 Views 31.51MB PDF Size Report


Mar De Tranquilidade Pdf

MILLAY_Sonnet II - dokument [*.pdf] Edna St Vincent MILLAY [] pdf. Mar da Tranquilidade - Katja Millay 9 wyświetleń, stron. Jodi Ellen Malpas - The Protector. Katy Evans – Racer, Tycoon. Kendall Ryan - The Fix Up, Wednesday. Katja Millay - Mar da Tranquilidade. Artigo Original - -. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, Jan-Mar; 23(1 ): . amor, tranquilidade e conforto para ambos. O olfato proporciona a.

Mare Tranquillitatis - Wikipedia ; Mare Tranquillitatis is a lunar mare that sits within the Tranquillitatis basin on the Moon. The mare material within the basin consists of basalt formed in the Agora, dois anos e meio depois, ela se Nastya Kashnikov foi privada daquilo que Aug 1, Related Documents Ontdek ongerept Mar Tranquilidade betekent 'rustige zee' en dat tekent de Aproveite as ofertas na site. Maria Salete A. Invadir meu destino; A Earthquake Mw 9.

E assim o acto de escutar. Ora, se estamos a comunicar verbalmente - e isso o que nos possvel fazer - ento temos no apenas de ouvir a palavra - isto , a natureza e o significado dessa palavra - mas tambm de escutar, sem concordar ou discordar, sem comparar, sem interpretar, temos real mente de dar toda a ateno.

Ento, veremos, por ns mesmos, imediatamente, o significado de tudo o que a palavra liberdade implica. Pode-se compreend-lo ins tantaneamente. A compreenso, o acto de compreender imediato, quer acontea amanh ou hoje. O estado de com preenso , p o rtan to , intem poral; no um processo gradual, um processo acumulativo. Assim, no estamos s a comunicar verbalmente uns com os outros, mas estamos tambm, realmente, a escutar-nos uns aos outros.

Estais a escutar-vos a vs mesmos, ao mesmo tempo que estais a ouvir este que vos est a falar. O que ele est a dizer no importante, mas o que escutais importante - vede, por favor, que isto no um jogo intelectual.

Porque o ouvinte, cada um de vs, que tem de descobrir o que a Verdade; o ouvinte que tem de compreender toda a estrutura, toda 40 a anatomia, toda a profundeza e plenitude da liberdade. O orador est apenas a comunicar verbalmente. E se estais s a ouvir as palavras e dizeis: Essa a sua opinio, Esta a m inha opinio, Concordo, Discordo, Foi isso que Buda ou Shankara disse ento, vs e eu no estamos a comunicar. Ento, estamos apenas a entreter-nos com opinies - pelo menos vs estais.

Assim, temos de ver com muita clareza, logo desde o comeo, para que no estejamos s a ouvir a comunicao verbal - a palavra, o signifi cado e a natureza da palavra - mas tambm a escutar. Tendes assim uma dupla tarefa - ouvir as palavras e escutar.

File:Salve a terra..dos altos coqueiros!.JPG

Naturalmente, a palavra que ouvis tem um significado e esse significado evoca certas respostas, certas lembranas, certas reaces. Mas, ao mesmo tempo, tendes de escutar sem reaco, sem opinios, sem julgamento, sem comparao.

A vossa tarefa assim muito maior que a do orador, e no o contr rio, que aquilo a que geralmente se est habituado: o orador faz o trabalho todo e fica-se apenas a ouvir, a concordar ou discordar, e depois cada um vai-se embora muito animado e satisfeito, intelectualmente estimulado. Mas tal estado no tem qualquer valor - para isso tambm se pode ir a um cinema. Mas, quando uma pessoa verdadeiramente sria, essa seriedade exige uma ateno completa, uma aten o aprofundada, que vai at ao fim. Essa pessoa sabe certamente a arte de escutar.

E se sabeis esta arte, no preciso dizer mais nada. Ento escutareis a voz do corvo, do pssaro, o sussurrar da brisa entre a folha gem; e escutar-vos-eis tambm a vs mesmos, os mur 41 mrios da vossa mente, o vosso corao, e os sinais vindos do vosso inconsciente.

Estareis ento num estado de penetrante e intensa escuta e, portanto, j no andareis entretidos com opinies.

Assim, se somos realmente srios, escutamos dessa maneira; e precisamos de escutar assim. Porque, como disse, a liberdade absolutamente necessria para a compreenso do que a Verdade.

Sem essa compreen so, a vida torna-se muito superficial, vazia, tornamo-nos meros autmatos. E no acto de compreender o que verdadeiro - ou seja, no acto de escutar - a vida comea de maneira nova.

A nossa mente no tem frescura. A nossa mente j viveu milhares de anos - por favor no metamos nisto a reencarnao; se o fizermos no estaremos a escutar.

Ao usar as palavras milhares de anos no me estou a referir s a ns, mas ao homem. Somos o resultado da existncia milenar do homem. Somos uma conscincia vastssima; s que nos apropriamos de uma parte dela, construmos um muro sua volta, confinamo-la, e agora dizemos Isto a minha individualidade. E ao dizer milhares de anos, no estou a falar dessa clausura - essa clausura de arame farpado que, na maioria dos casos, cada um de ns. Estou a falar daquele estado de conscincia que imenso, vasto, que tem passado por milhares de experincias e que est debaixo da crosta, do fardo, do peso da tradio, do conhecimento acumulado, de toda a espcie de espe rana, de medo, desespero, ansiedade, agonia, avidez, ambio - no s a ambio dos que esto enclausu rados, mas tambm a ambio do homem.

Assim, as 42 nossas mentes esto embotadas pelo passado - isto , alis, um facto psicolgico; no se trata de uma opinio contra outra opinio. Assim, com essa mente, com essa psique que tem passado por tantas experincias, que conserva todas as cicatrizes, todas as lembranas, todos os movimentos do pensamento, como memria - com essa mente que vamos ao encontro da vida.

E com tudo isso que queremos ir ao encontro daquilo que desejamos desco brir - a Verdade. E no podemos, evidentemente. Como em relao a qualquer outra coisa, temos de ter uma mente fresca, nova. Para olhar uma flor, ainda que a tenhamos visto muitssimas vezes, para olhar essa llor de maneira nova, como se a estivssemos a ver pela primeira vez na vida, temos de ter uma mente nova uma mente fresca, inocente, extremamente acordada. De outro modo, no a podemos ver - s vemos as lembranas que projectamos nessa flor, e no vemos lealmente a flor.

Por favor, compreendamos isto. Uma vez que tenhamos compreendido o acto de ver como um acto de escutar, teremos aprendido uma coisa extraordinria na vida, algo que nunca mais nos dei xar. Mas a nossa mente est to gasta, to embotada, pela sociedade, pelas circunstncias, pelos nossos medos e desesperos, por todas as desumanidades, pelos insul tos e as presses, que se tornou mecnica, insensvel, entorpecida, indolente. E com essa mente queremos compreender; evidente que no podemos.

Assim, a questo : Ser possvel ficarmos livres de tudo isso? De outro modo, nem a flor seremos capazes de ver. N o sei se, quando vos levantais, de manh 43 cedo, vedes o Cruzeiro do Sul, o cu estrelado. Se j contemplastes realmente o cu - do que duvido - talvez tenhais olhado os astros, talvez conheais os seus nomes e as posies.

E depois de os terdes olhado alguns anos, alguns dias ou semanas, j vos esquecestes de as ver e apenas dizeis: Aquele ali Jpiter, Marte, etc Mas acordar de madrugada, olhar pela janela ou ir rua para ver o cu como uma coisa nova, com olhos desnevoados, com uma mente desobstruda - s assim se pode compreender aquela beleza, aquela profundi dade, e o silncio que existe entre ns e aquilo.

S assim somos capazes de ver. E, para isso, temos de estar livres; no podemos trazer toda a carga da nossa experincia, para olhar. A nossa pergunta , ento: Ser possvel estarmos libertos do conhecimento? Conhecimento o que no passado se foi acumulando.

Toda a experincia que se tem imediatamente traduzida, guardada, registada; e com esse registo vamos fazer face experincia seguinte. Portanto, nunca compreendemos uma expe rincia; ficamos s a traduzir cada desafio de acordo com a resposta do passado e, assim, a fortalecer o registo.

E o que acontece no crebro electrnico, no computador.

S que somos apenas uma pobre imitao desse m aravilhoso instrum ento mecnico cham ado com putador. Ser possvel sermos livres? E essa investigao no meramente verbal, intelectual: o estado da mente que est a escutar.

O conhecimento acumulado torna-se a nossa auto ridade - sob a forma de tradio, de experincia, daquilo que se leu, daquilo que se aprendeu, e da autoridade reivindicada por aqueles que dizem que sabem. No mom ento em que uma pessoa diz que sabe, no sabe! A Verdade no algo acerca do qual se possa ter conhecimento acumulado.

NEW ADULDS - LIVRO UNICOS - Pobierz pdf z ruthenpress.info

Tem de ser percebida, de momento a momento - como a beleza de uma rvore, do cu, do pr-do-sol. Assim, o conhecimento torna-se a autoridade que guia, que molda, que encoraja, que d fora para conti nuar. Por favor, prestemos ateno a tudo isto, porque lemos de compreender a anatomia da autoridade - a autoridade do governo, a autoridade da lei, a auto ridade do polcia, a autoridade psicolgica que cons tituda pelas nossas prprias experincias e pelas tradies que nos foram transmitidas, consciente ou inconscientemente; tudo isso se torna o nosso guia, se lorna um sinal de advertncia quanto ao que se deve lazer e o que no se deve fazer.

Tudo isso se encon1ra nos domnios da memria. E isso realmente aquilo que somos. A nossa mente o resultado de milhares de experincias com as suas lembranas e as suas cicatrizes, o resultado das tradies transmitidas pela sociedade e pela religio, e das tradies educativas.

Com essa mente to carregada de memria, tentamos compreen der o que no pode ser compreendido por meio da me mria. Precisamos, pois, de libertar-nos da autoridade. O significado da palavra, em si, o originador, aquele que origina algo novo.

Reparai na vossa prpria religio. N o sei se sois verdadeira mente religiosos provavelmente no. Vai-se ao tem plo, murmura-se uma srie de palavras, repetem-se certas frases a isso que se chama ser religioso. Vede que enorme peso de tradio os chamados guias espirituais e homens santos implantaram nas vossas mentes tal como o Guit e os Upanishads; Shankara e outros intrpretes do Guit.

Foro Melanie Kiwit

Estes baseiam-se no Guit, p ara o interpretar, e vs continuais a interpretar. Considerais essa interpretao uma coisa muito extra ordinria e chamais religioso ao homem que interpreta.

Mas essa pessoa est condicionada pelos seus prprios medos; presta culto a uma imagem esculpida pela mo ou pela mente. Essa tradio inculcada em cada um, no por uma propaganda recente, mas por uma pro paganda de milnio as pessoas aceitam-na, e isso molda o seu modo de pensar. Sendo assim, se desejamos ser livres, temos de pr de lado tudo isso - pr de lado os Shankaras, os Budas, todos os livros e instrutores religiosos - para sermos ns mesmos, para podermos investigar.

De outro modo, no poderemos saber a extraordinria beleza e significado da Verdade, e nunca saberemos o que o Amor. Assim, podereis vs, que fostes moldados por Shan kara, por tantos homens santos, pelos templos, apag-los a todas da vossa mente?

Tendes de faz-lo. Tendes de ficar completamente ss, desajudados, sem 46 desesperar e sem nada temer; s ento sereis capazes de investigar. Mas para apagar, para negar totalmente em vez de dizer negativamente Deixemos isso - para negar completamente temos de compreender toda a anatomia e estrutura, toda a essncia de autoridade: temos de compreender o homem que procura a auto ridade.

No podemos afastar da autoridade o homem que a deseja porque isso o seu nico refgio, o seu po de cada dia - como tam bm o do poltico, do sacerdote ou do filsofo. Mas se queremos compreender essa coisa extraordi nria chamada Verdade, no devemos aceitar a auto ridade psicolgica. Porque s a mente fresca, inocente, que jovem e vibrante, pode compreender estas coisas, e no a mente que se deixa guiar pelo passado, que moldada, enfraquecida e subjugada por ele.

Ou uma coisa ou outra. Ou dizemos No possvel ficar-se livre do passado, deste conhecimento, desta autoridade que a mente procura, na sua pobreza, no seu desespero, para se apoiar; a mente nunca poder ficar livre da autoridade, do passado, das coisas que aprendeu, adquiriu, acumulou. Ou ento dizemos que a mente e capaz de se libertar do passado.

M as temos de investigar; no podemos apenas dizer que a mente pode, ou no pode, ser livre; isso apenas entretermo-nos com uma opinio, o que no tem nenhum valor temos de deixar isso aos filsofos. Se queremos descobrir, temos de investigar se isso possvel ou no; no podemos apenas aceitar ou negar. Temos, pois, de aprender acerca do conhecimento e da autoridade. Quando estamos a aprender no h 47 contradio, exactamente porque estamos a aprender. Mas se estamos s a adquirir conhecimentos, ento no h contradio.

Reparemos, nisto, por favor. Se esta mos apenas a acumular conhecimentos, ficaremos em conflito, porque a coisa sobre a qual estamos a adquirir conhecimentos uma coisa viva, que se move, que muda; e, portanto, entre o que acumulmos e a reali dade, h contradio. Mas se estamos a aprender sobre ela, ento a contradio no existe, portanto no h conflito.

Assim, a mente que est a aprender est a enriquecer-se de energia, porque no a dissipa num estado de conflito. Mas quando a mente est a acumu lar e a adicionar, olhando e observando com base no conhecimento acumulado, ento h contradio, ento h conflito, e portanto dissipao de energia.

Assim, o homem que aprende no tem conflito, mas o homem que est apenas a acumular informao, para viver segundo um determinado padro, estabelecido por ele prprio ou pela sociedade a -que pertence, ou por alguma personalidade religiosa, seja ela quem for esse homem est em contradio e, p o rtan to , em conflito.

E, como dissemos noutro dia, o conflito a prpria essncia da desintegrao. O conflito no surge apenas do passado, mas tambm em relao ao presente. Surge tambm quando temos ideias - que devemos ser isto ou aquilo, que devemos estar em tal ou tal estado - ideais maravilhosos, nobilitantes. O ideal no a realidade. Uma ideia projectada pela mente que est em conflito torna-se um ideal, segundo o qual essa mente 48 deveria viver; e portanto a mente continua em con flito, em contradio. Mas a mente cjue est a escutar um facto, no um ideal - essa mente no est em conflito, est a mover-se de facto para facto.

Portan to, uma mente assim encontra-se num estado de ener gia. E sem essa energia no podemos ir muito longe; estamos a dissip-la em contradies, na luta para nos tornarmos aquilo e no isto. Temos assim de observar, de escutar, de ver o facto - o que - e de ficarmos com o facto. E isto extraordinariamente difcil. E claro que nunca reflectistes sobre tudo isto, ou ento nada disto vos acontece naturalmente, tal como as chuvas caem do cu. Provavelmente estais a ouvir estas coisas pela primeira vez, ou lestes alguma coisa a este respeito.

Como este orador tem falado sobre isto muitas vezes, direis: L volta ele s mesmas coisas. Mas se estais a escutar, se percebeis a inteno do orador, vereis ento o facto, isto , que o que tendes conhecimento acumulado, e ficareis com esse facto, no fugireis dele.

O facto que sois o passado em relao com o presente; o passado poder ser modifi cado, alterado, mas estais ainda a mover-vos, a existir, sempre no passado. Ento, que entendemos por ficar com o facto?

Related Post: MARC LEVY EBOOK

Ficar, ou viver, com o facto, no aceit-lo, nem neg-lo, mas escut-lo - escutar todos os seus subtis movimentos, as indicaes que directamente nos d, as perguntas, as respostas a que ele leva; no neg-lo, porque no se pode negar um facto se o fizermos poderemos acabar num hospital de alienados.

Ora, quando vivemos com alguma coisa ou pessoa com a nossa mulher, com os nossos filhos, com uma rvore, com uma ideia que temos - ou nos acostuma mos tanto a ela que ela deixa de existir, ou vivemos realmente com ela, dando-lhe inteira ateno. N o m om ento em que nos acostum am os a um a coisa, tornam o-nos insensveis. Se me acostum o quela rvore, sou insensvel a ela. Se sou insensvel rvore, sou tambm insensvel sujidade, insensvel s pessoas, insensvel a tudo.

Pelo contrrio, estar atento a uma coisa no ficar habituado a ela, no ficar acostumado, insensvel - sujidade, misria, famlia, mulher, aos filhos. Para no nos habituarmos a uma coisa preciso ter muita ateno e, portanto, muita energia. Espero que estejais a entender isto. Assim, a mente que quer compreender o que verdadeiro tem de compreender, mas no de modo idealista, todo o significado do que a liberdade. A liberdade no uma libertao a alcanar em algum mundo celestial, mas sim a liberdade quotidiana, que estar livre do cime, do apego, da competio, da am bio - que significa o mais: Tenho de ser melhor; sou isto e tenho de me tornar aquilo.

Mas quando observamos o que somos, no h ento o tornarmo-nos alguma coisa mais, alm daquilo que somos; ento, h uma transformao imediata de aquilo que. Sendo assim, a mente que deseja ir muito longe tem de comear pelo que est muito perto.

E no podemos 50 ir muito longe se ficamos meramente a verbalizar acerca de algo que o homem cria e a que chama Verdade ou Deus. Temos de comear pelo que est muito perto, para lanar a base correcta. E, precisamente, para lanar essa base tem de haver liberdade.

Temos pois de ter a nossa base na liberdade, e em plena liberdade e ento j no ser uma base; ser um movimento, e no uma coisa esttica. S quando a mente compreende a extraordinria natureza do conhecimento, da liberdade e do apren der, que o conflito cessa; s ento a mente se torna perfeitam ente lcida e precisa.

N o fica presa em opinies e pareceres; encontra-se num estado de aten o e, portanto, num estado de completa energia e completo aprender. S quando a mente est tranquila capaz de aprender - que no significa aprender a respeito de qu?. S essa mente serena pode aprender, e o importante no a respeito de qu ela aprende, mas sim o estado de aprender; o estado de silncio em que ela est a aprender.

Temos de o examinar profundamente, e no procurar, apenas, algum remdio superficial ou um conceito ou um ideal para ser aplicado como meio de se ficar livre do medo, pois desse modo isso nunca possivel. Gostaria no s de examinar tudo isto verbalmente, mas tambm de ir alm da palavra, para investigar, no verbalmente, se de facto possvel ficarmos completa mente livres do medo, tanto do medo biolgico, fisio lgico, como do medo psicolgico.

Para quase todos ns, a palavra ocupa um lugar muito importante. Somos escravos das palavras. O nosso pensar verbal, e sem palavras dificilmente podemos pensar. H talvez um modo no verbal de pensar; mas, para compreender o pensar no verbal, temos de nos libertar da palavra, do smbolo, do pensamento verbal. Para a maioria de ns, porm, a palavra, o smbolo, ocupa um lugar extraordinariamen te importante na nossa vida.

E, assim, a mente escrava 53 das palavras - palavras como indiano, hindu, brmane, etc. Para penetrarmos muito profundamente neste pro blema do medo, temos no s de com preender o significado da palavra, mas tambm - se possvel - de libertar a mente da palavra, e desse modo compreender profundamente o significado do medo.

Para investigar muito profundamente, indispens vel um sentido de humildade - mas no como virtu de. A humildade no uma virtude, um estado de ser - ou somos humildes ou no somos.

Agora, aos 17 anos, nao restou ninguem. Quando o seu nome e sinonimo de morte, e natural que todos o deixem em paz. Todos menos seu melhor amigo e Nastya, que aos poucos vai se introduzindo em todos os aspectos de sua vida. A medida que a inegavel atracao entre os dois fica mais forte, Josh comeca a questionar se algum dia descobrira os segredos que Nastyaesconde?

Would you like to tell us about a lower price? If you are a seller for this product, would you like to suggest updates through seller support? Read more Read less.

Mare Tranquillitatis

Discover Prime Book Box for Kids. Learn more. Customers who bought this item also bought. Page 1 of 1 Start over Page 1 of 1. Corte de Gelo e Estrelas.

Sarah J. Ka Hancock. Stephanie Perkins. Tillie Cole. Dani Atkins. Kimberly Brubaker. Read more. Maria Salete A.

Invadir meu destino; A Earthquake Mw 9.

Asociacion Argentina de Companias de Seguros There has been a common tendency among scholars interested in Acesso em: 25 mar. Quando lhe Este macro Official description broken link: archived copy; 2.

Similar files:


Copyright © 2019 ruthenpress.info.
DMCA |Contact Us